quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
terça-feira, 19 de outubro de 2010
quinta-feira, 22 de julho de 2010
SILVIO MODESTO 31-07-2010 NO TRAÇO DE UNIÃO
OLHA AI GENTE DIA 31-07-2010 NO
TRAÇO DE UNIÃO A PARTIR DAS
14 HS
TRAÇO DE UNIÃO A PARTIR DAS
14 HS
SILVIO MODESTO VAI APRESENTAR
A BELEZA DE SUA VOZ EM SUAS
A BELEZA DE SUA VOZ EM SUAS
COMPOSIÇÕES E DE OUTROS ARTISTAS
quinta-feira, 15 de julho de 2010
sábado, 12 de junho de 2010
terça-feira, 11 de maio de 2010
UMA OPINIÃO COMPETENTE - NEI LOPES -
Não vou dizer que São Paulo é o “berço”, porque o samba, como é conhecido hoje, formatou-se no Rio, no longo eixo Praça Onze-Estácio-Osvaldo Cruz, depois de ocorrer sincronicamente em vários pontos do país, inclusive em terras paulistanas, desde pelo menos o século 19. Mas digo veementemente que o preconceito de uma certa intelectualidade litorânea carioca contra o samba paulista sempre foi uma rematada besteira. Que o digam, por exemplo, Jangada, Talismã, Sílvio Modesto, Murilão e os primeiros Originais do Samba, grandes artistas cariocas que acolheram e foram acolhidos pelo samba de São Paulo há muito tempo. Que se evoquem, também, a cumplicidade entre Padeirinho da Mangueira e Germano Matias; e a afinidade histórica entre o Largo da Banana e a Praça Onze – só para citar dois ou três exemplos.
Diferenças, se houve e há, estão nas escolas de samba. Que, no Rio, deixaram há quase 30 anos, de ser expressão do poder e da cultura das comunidades negras, para serem a milionária atração turística que hoje são. E que em São Paulo, em sua maioria, ainda fitam, cautelosas, a bifurcação do caminho.
NEI LOPES
Diferenças, se houve e há, estão nas escolas de samba. Que, no Rio, deixaram há quase 30 anos, de ser expressão do poder e da cultura das comunidades negras, para serem a milionária atração turística que hoje são. E que em São Paulo, em sua maioria, ainda fitam, cautelosas, a bifurcação do caminho.
NEI LOPES
UMA PEQUENA HISTORIA PARA UM GRANDE COMPOSITOR
SÍLVIO MODESTO,
é carioca de Bráz de Pina, criado no morro do Salgueiro. No final dos anos 60 veio pra São Paulo e acabou virando um paulistano da gema compositor, músico, ator, cantor e produtor, muitos anos de janela. Já foi gravado por vários cantores do samba e do cancioneiro brasileiro, alguns dos trabalhos como, por exemplo, os Originais do Samba, Denílson, Djalma Pires, Bezerra da Silva, Arlindo Cruz e Sombrinha, Zeca Pagodinho, Beth Carvalho, Jovelina Perola Negra, Benito di Paula, entre tantos artistas da nossa música popular brasileira. Tem parceria com grandes nomes como Plínio Marcos, Bicalho, Toniquinho Batuqueiro, Airton Santamaria, Murilão, Borba, Pasquale, entre outros. Como ritmista participou de diversas gravações de outros artistas, inclusive a ultima gravação ao vivo de Cartola.Compôs samba-enredo pra várias escolas, tanto em São Paulo como no Rio de Janeiro, e ganhou mais de 20. Compôs e canta sambas antológicos como “Elos da raça”, “Meu lirismo” e “Corpo negro Como ator, trabalhou nas peças Balbina de Iansã e Noel Rosa o Poeta da Vila e Seus Amores, dirigido por Plínio Marcos. Com Germano Fehr diretor musical do Traço de União, participou do Documentario Filhos do Samba. Cantou em casas de fama da noite de São Paulo como o Jogral, Versailhes, Vila, Moema, Igrejinha, Catedral do Samba , Canto Brasileiro, entre outras. Hoje canta na noite com a voz cada vez mais macia, e arruma tempo para dar uma passada (canja) em todos pontos que canta aos fins de semana. Também compositor da Velha Guarda Musical da Perola Negra de Pinheiros, e sua experiência da boemia e do samba lhe tornam um dos poucos malandros poéticos da velha guarda do samba, ainda conserva aquela sotaque da Gamboa, do Mangue, com quem conviveu com Beto Sem Braço, Monarco, Cartola, Nelson Cavaquinho, Almir, Murilão, em Sampa teve Talismã, Jangada, Geraldo Filme, Toniquinho ,Zeca da Casa Verde, Ideval, Osvaldinho..entre outros... sempre um bom proseador, tem o dom da palavra fazendo que quando fala, todos prestem atenção pois sabe o que falar e pra quem falar. Critico de respeito, sabe dar conselhos e agradar aos mais novos, sabe respeitar aos contemporâneos, e sempre divide com os mais velhos os louros do samba. Infelizmente hoje o samba de São Paulo não vive na mídia, o sambista tem que se esforçar pra conseguir ser ouvido, pra conseguir ser visto, mas talento não é o que falta, pois não precisa provar mais nada o samba cantado representa a voz do compositor. Apresenta-se permanentemente em varias casas de SAMBA , Vila do Samba, Traço de União, Bar Mangueira, Casa da Bia, Ó do Borogodó, Bar Samba . Tem vídeos e shows gravados, alguns já na Internet Tem se apresentado também no Sesc, aonde participou recentemente do trabalho com Osvaldinho da Cuíca, Ideval,Geraldo Babão e Marco Antonio, do Show 5 SENTIDOS, que Logo ira virar DVD. e-mail abaixo :
silvioomodesto@gmail.com
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